22 de julho de 2026 - por Sidemar Castro
Você sabe quais os países com o maior número de bilionários no mundo? E o Brasil, como está nessa lista exclusiva? Como era de se esperar, os Estados Unidos lideram o ranking mundial de bilionários, seguidos pela China e pela Índia. Juntos, estes três países concentram mais da metade de todas as pessoas com fortunas superiores a US$ 1 bilhão no planeta.
Os países com maior número de bilionários no mundo, segundo a Lista de países por número de bilionários e os levantamentos da revista Forbes, estão no artigo a seguir. Confira!
Veja também: Quem são os bilionários self-made mais ricos do mundo?
Quais são os países com o maior número de bilionários no mundo?
A forma como a riqueza extrema está espalhada pelo mapa é um reflexo fascinante do poder econômico global. E quando olhamos para a lista dos países que abrigam mais bilionários, o cenário impressiona de verdade.
Segundo dados atualizados da Forbes para 2026, a marca dos super-ricos já ultrapassou 3.400 pessoas no mundo todo. Como você já deve imaginar, a imensa maioria dessas fortunas está concentrada em grandes potências econômicas ou em países que não param de crescer a passos largos.
1) Estados Unidos
Com impressionantes 989 bilionários, os EUA continuam sendo, disparado, o grande berço dos super-ricos globais. O país viu nada menos que 106 novos nomes entrarem para esse clube seleto no último ano, incluindo rostos bem conhecidos do público, como grandes artistas e astros do esporte.
No topo dessa lista americana está Elon Musk, o homem mais rico do planeta, com um patrimônio estimado em assombrosos US$ 839 bilhões. Isso só mostra como a cultura de inovação do Vale do Silício e a indústria do entretenimento seguem imparáveis na criação de megacompanhias.
2) China
A China segura firme a segunda posição, ostentando 539 bilionários. E o ritmo de crescimento impressiona: a riqueza combinada desse grupo saltou US$ 500 bilhões em apenas um ano, atingindo a marca de US$ 2,2 trilhões.
O chinês mais rico do momento é Zhang Yiming, o nome por trás do fenômeno global TikTok. O avanço meteórico desses empresários mostra como o gigante asiático aprendeu a transformar tecnologia, consumo de massa e redes sociais em verdadeiras fábricas de bilionários.
3) Índia
Na terceira posição vem a Índia, com 229 bilionários que, juntos, somam uma fortuna superior a US$ 1 trilhão. O grande destaque do país continua sendo Mukesh Ambani, um verdadeiro gigante dos setores de energia e telecomunicações.
O momento econômico indiano é efervescente, e esse ambiente tem sido um prato cheio para o surgimento de novos conglomerados e mentes brilhantes nos negócios.
4) Alemanha
A Alemanha aparece em quarto lugar, com 212 bilionários, sendo a primeira nação europeia a dar as caras no topo da lista. O alemão mais rico é Dieter Schwarz, que ergueu seu império no setor do varejo.
Diferente do glamour midiático que costuma cercar os bilionários americanos, o modelo alemão é marcado por fortunas extremamente sólidas, construídas no silêncio de empresas familiares de tradição, forte presença industrial e inovação tecnológica de ponta.
5) Rússia
Ocupando a quinta colocação, a Rússia conta com 147 bilionários, acumulando um patrimônio conjunto de US$ 649 bilhões. Apesar de encarar um cenário geopolítico tenso e um emaranhado de sanções internacionais, os grandes magnatas russos, cujas fortunas estão quase sempre amarradas à exploração de energia, mineração e recursos naturais, continuam mantendo um peso financeiro colossal no cenário global.
6) Itália
A Itália garante o sexto lugar com 89 bilionários, tendo no topo do seu ranking Giancarlo Devasini, figurão do setor financeiro. E aqui vale notar: embora a gente sempre associe o país ao charme do design, da gastronomia e da alta costura, o capital italiano tem mostrado uma capacidade impressionante de se reinventar e lucrar alto nos bastidores dos mercados financeiros globais.
7) Canadá
Logo atrás vem o Canadá, em sétimo lugar, somando 82 bilionários. O grande destaque por lá é Changpeng Zhao, uma das personalidades mais influentes e comentadas do universo das criptomoedas.
A combinação do estilo de vida canadense, com estabilidade institucional e braços abertos para a economia digital, transformou o país em um porto seguro para inovadores do mercado financeiro moderno.
8) Hong Kong
Mesmo sendo uma região administrativa especial da China, Hong Kong mostra sua força própria ao garantir a oitava posição com 71 bilionários. Quem lidera o ranking local é Robin Zeng, magnata da indústria de baterias elétricas.
Historicamente conhecido como um dos maiores centros financeiros do mundo, o território prova que continua sendo uma ponte estratégica essencial para negócios de alto impacto, especialmente no setor de transição energética.
9) Brasil
O Brasil faz bonito no ranking e ocupa a nona posição, abrigando 70 bilionários. Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, segue firme como o brasileiro mais abastado do mundo.
A lista de 2026 trouxe uma excelente surpresa para o país: 14 novos bilionários entraram no grupo em relação ao ano anterior. Esse salto mostra a resiliência do empresariado brasileiro, que consegue prosperar e criar fortunas de escala global mesclando forças do agronegócio, finanças, tecnologia e varejo.
10) Taiwan
Fechando o disputado top 10, Taiwan soma 66 bilionários. A maior fortuna da ilha pertence a Terry Gou, o fundador da Foxconn, a gigante que fabrica boa parte dos eletrônicos que usamos no dia a dia.
A presença de Taiwan nesse grupo seleto não é por acaso: o país se tornou o coração pulsante da tecnologia mundial na produção de semicondutores e chips essenciais para o planeta.
O Brasil está entre os 15 primeiros países com o maior número de bilionários no mundo?
Sim, com certeza! O Brasil não só está entre os 15 primeiros, como garantiu um lugar de destaque no top 10 mundial ao ocupar a nona posição. Com 70 super-ricos na lista, o país superou com folga o seu próprio desempenho do ano anterior.
O topo do ranking nacional continua sob o comando de Eduardo Saverin que, embora viva há anos em Singapura, faz questão de manter sua nacionalidade brasileira. Sozinho, ele acumula uma fortuna de US$ 35,9 bilhões: uma fatia generosa do patrimônio total dos bilionários do país, que chega à casa dos US$ 265 bilhões.
Esse movimento reforça algo interessante: mesmo enfrentando os altos e baixos da nossa economia, a capacidade do ecossistema de negócios brasileiro em gerar riqueza de padrão internacional continua surpreendendo.
Leia também: Íris Fontbona: conheça a mulher mais rica da América Latina