30 de junho de 2025 - por Sidemar Castro
A verdade é que o custo de vida é uma daquelas coisas que tira o sono de muita gente. É a preocupação diária de todo mundo que tenta fazer o dinheiro dar conta das contas, que só aumentam.
Pensa bem: aluguel, comida, saúde, a escola dos filhos… tudo isso pesa no bolso e afeta diretamente a nossa vida financeira. Por isso, é superimportante entender como o custo de vida é calculado e, principalmente, por que você precisa saber disso. Vamos descobrir juntos neste artigo!
Leia mais: Índice de custo de vida (ICV): aprenda o que é e como calcular
O que é custo de vida?
O custo de vida é, basicamente, a soma de todos os gastos essenciais para uma pessoa viver com um determinado padrão em um lugar específico. Sabe aqueles relatórios que mostram o quanto custa morar em diferentes cidades pelo mundo? Eles são baseados justamente nisso.
É importante entender que não existe uma fórmula única ou “regra de ouro” para calcular o custo de vida. Cada instituição ou organização que divulga esses índices tem sua própria metodologia. Elas definem quais produtos e serviços serão incluídos, a frequência das medições, qual grupo social será analisado, e por aí vai. É por isso que você pode encontrar números diferentes dependendo da fonte.
Se você está pensando em se mudar para outra cidade ou país, a melhor abordagem é criar sua própria lista de gastos. Comece pelos seus custos fixos e variáveis, como aluguel, transporte, alimentação, saúde, educação, lazer, e tudo mais que faz parte do seu estilo de vida. Depois, pesquise o valor de cada um desses itens nos lugares que você está considerando. Assim, você terá uma estimativa bem mais próxima da sua realidade.
Leia também: Custo fixo e variável: o que são e diferenças entre eles
Quais são as variáveis que definem o custo de vida?
Quando a gente fala sobre o custo de vida, tem um monte de coisa que entra na conta, não é? Não é só o que você gasta no supermercado ou no aluguel, mas uma série de fatores que se juntam para formar esse número que tanto nos preocupa. Vamos dar uma olhada nas principais variáveis que influenciam o quanto você precisa desembolsar para viver:
1) Moradia
Nada como a moradia! Esse costuma ser o maior pedaço do orçamento para a maioria de nós. Pense no aluguel ou na prestação do seu cantinho, mais o IPTU, condomínio, e aquelas contas básicas que não tem como fugir: água, luz, gás e internet. Morar em cidades grandes ou regiões mais procuradas? Prepare-se para gastar bem mais com isso.
2) Alimentação
Desde as compras do mês no supermercado até aquela saidinha para comer fora, tudo entra nessa conta. Os preços dos alimentos podem variar horrores de um lugar para o outro, e seu estilo de vida: se você é chef em casa, vive de delivery ou come em restaurantes, também tem um impacto gigante.
3) Transporte
Como você se vira para ir e vir? Seja de carro próprio (com todo o custo de combustível, manutenção, seguro, estacionamento), usando transporte público (ônibus, metrô, trem) ou até mesmo táxi e aplicativos. Tudo isso compõe seus gastos com mobilidade. Em alguns lugares, ter um carro é quase uma necessidade, em outros, o transporte público resolve tudo.
4) Saúde
Gastos com plano de saúde, consultas, exames, medicamentos e até tratamentos específicos fazem parte dessa categoria que ninguém quer usar, mas precisa. A qualidade e o acesso aos serviços de saúde pública também podem influenciar o quanto você precisará tirar do bolso para a saúde particular.
5) Educação
Se você tem crianças em idade escolar ou está investindo em um curso para você mesmo, os gastos com mensalidades, material didático, uniformes e atividades extracurriculares pesam bastante. Conhecimento é poder, mas tem seu custo!
6) Lazer e Cultura
Cinemas, shows, aquele jantar fora, viagens, academia, seus hobbies… Enfim, tudo aquilo que a gente faz para se divertir e relaxar. Embora não sejam “essenciais” para sobreviver, esses gastos são superimportantes para a nossa qualidade de vida e variam muito de pessoa para pessoa.
7) Vestuário e Cuidados Pessoais
Roupas, calçados, produtos de higiene, cosméticos, o corte de cabelo… São os gastos que a gente tem para se cuidar e se vestir. A frequência com que você compra coisas novas e as marcas que prefere também influenciam essa parte do orçamento.
8) Impostos e Taxas
Alguns impostos já estão embutidos nos produtos e serviços, mas outros, como o IPVA do carro, são despesas diretas que a gente precisa considerar no orçamento anual. Ninguém gosta, mas são parte do jogo.
9) Serviços e Outros Gastos
Aqui entra uma gama variada de despesas, sabe? Coisas como serviços de manutenção para a casa, produtos de limpeza, gastos com seus pets, seguros diversos (fora os de saúde e carro), e qualquer outra coisa que apareça no seu dia a dia e que não se encaixe nas outras categorias.
Veja mais: Quais são os custos variáveis de uma empresa?
Como calcular o custo de vida?
Calcular o custo de vida é algo bem pessoal e, para ser sincero, não tem uma fórmula mágica que sirva para todo mundo. O ideal é que você faça seu próprio levantamento, pensando no seu estilo de vida e nas suas necessidades. Mas não se preocupe, é mais fácil do que parece!
O primeiro passo é listar todos os seus gastos. E quando digo todos, é para ser bem detalhista mesmo. Pense em cada centavo que sai do seu bolso. Comece pelos gastos fixos, aqueles que aparecem todo mês e têm um valor mais ou menos igual:
- Moradia: Aluguel ou prestação da casa, condomínio, IPTU.
- Contas de consumo: Água, luz, gás, internet, celular.
- Transporte: Mensalidade do transporte público, parcelas do carro, seguro, combustível, manutenção.
- Educação: Mensalidades de escola ou faculdade, cursos, material didático.
- Saúde: Plano de saúde, academia, medicamentos de uso contínuo.
Depois, passe para os gastos variáveis, que mudam de um mês para o outro, mas que são super importantes no seu orçamento:
- Alimentação: Compras de supermercado, feira, delivery, idas a restaurantes.
- Lazer e cultura: Saídas com amigos, cinema, shows, viagens, passeios.
- Cuidados pessoais: Cabeleireiro, produtos de higiene, cosméticos.
- Vestuário: Roupas, sapatos, acessórios.
- Outros: Assinaturas de streaming, produtos para casa, presentes, gastos com pets.
Anote tudo isso durante alguns meses. Pode ser em uma planilha no computador, em um aplicativo de finanças ou até mesmo em um caderninho. O importante é ter uma visão clara de para onde seu dinheiro está indo.
Informe-se: CSV (Custo do Serviço Vendido): o que é e como calcular?
Quais são os principais gastos dos brasileiros?
É bem interessante olhar para o que os brasileiros mais gastam, porque isso dá uma boa ideia da nossa realidade e dos desafios do dia a dia. Se a gente for ver as pesquisas, alguns itens sempre aparecem lá no topo da lista das despesas das famílias.
Em geral, os principais gastos dos brasileiros costumam ser:
- Alimentação: Isso é quase unanimidade. Seja no supermercado para cozinhar em casa ou comendo fora em restaurantes e lanchonetes, a comida leva uma fatia considerável do orçamento. E o impacto é ainda maior para famílias de baixa renda, onde a alimentação pode ser a despesa mais pesada de todas.
- Habitação/Moradia: Aluguel ou prestação do imóvel, condomínio, IPTU e as contas básicas (água, luz, gás, internet) somam um valor bem alto. Morar em grandes centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro ou mesmo aqui em Catanduva, costuma significar um custo maior nessa categoria.
- Transporte: Seja com carro próprio (combustível, manutenção, IPVA, seguro) ou com transporte público, o deslocamento é uma despesa que aperta o bolso de muita gente. Para quem usa o carro, os custos podem até superar os gastos com alimentação, dependendo da distância percorrida e dos preços dos combustíveis.
- Saúde: Infelizmente, essa é uma preocupação crescente. Gastos com planos de saúde, consultas, exames e medicamentos pesam bastante. Muitas famílias brasileiras, inclusive, gastam mais com saúde particular do que o próprio governo em alguns casos, o que mostra a importância desse item no orçamento doméstico.
- Juros e dívidas: Muita gente nem percebe, mas os juros de empréstimos, financiamentos e cartões de crédito consomem uma parte significativa da renda das famílias. Para alguns, o pagamento dessas dívidas pode ser um dos maiores gastos mensais, até mais do que educação ou vestuário.
É claro que esses gastos podem variar bastante dependendo da renda da família e do lugar onde ela mora. Famílias com menos dinheiro tendem a concentrar a maior parte dos seus gastos em necessidades básicas, como comida e moradia. Já quem tem uma renda maior pode direcionar mais recursos para educação, lazer e outros serviços.
Para entender: Os maiores erros do seu controle financeiro: custos fixos
Qual o custo de vida do Brasil?
O custo de vida no Brasil é uma daquelas coisas que varia muito, dependendo da região do país onde você está e do seu próprio estilo de vida. Não existe um valor único para o país todo, sabe? Mas dá para ter uma ideia geral.
Por exemplo, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) calcula que, em abril de 2024, o salário mínimo ideal para uma família de quatro pessoas viver bem deveria ser de cerca de R$ 6.912,69. Isso já mostra que o salário mínimo atual não é suficiente para cobrir as despesas básicas da maioria das famílias.
Em geral, o Brasil tem visto um aumento nos custos de moradia, alimentação e transporte, o que afeta o bolso de todo mundo.
Qual a cidade brasileira com o custo de vida mais alto?
Quando o assunto é a cidade mais cara para se viver no Brasil, São Paulo (SP) geralmente lidera o ranking. A capital paulista, sendo o principal centro financeiro e econômico do país, tem valores de aluguel e serviços bem elevados. Para uma família de quatro pessoas, por exemplo, o custo de vida mensal estimado em São Paulo pode girar em torno de R$ 15.000 a R$ 16.000, segundo algumas pesquisas mais recentes. O ritmo intenso da cidade e a alta demanda por tudo contribuem para esses preços salgados.
Outras cidades que sempre aparecem entre as mais caras são o Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Florianópolis (SC), todas com custos significativos em moradia, alimentação e lazer.
Qual a cidade brasileira com o o custo de vida mais baixo?
Já para quem busca economizar, o Brasil tem muitas opções de cidades com um custo de vida bem mais acessível, principalmente em comparação com as grandes capitais. É difícil cravar uma única “mais barata”, porque isso pode variar um pouco dependendo da pesquisa e dos critérios, mas algumas cidades frequentemente citadas por terem um custo de vida mais baixo são:
- Guaratinguetá (SP): No interior de São Paulo, é conhecida por oferecer uma boa qualidade de vida com gastos mais controlados, especialmente em moradia.
- Anápolis (GO): Em Goiás, é outra cidade que se destaca pelos custos mais baixos.
- Mossoró (RN): No Rio Grande do Norte, aparece como uma opção econômica no Nordeste.
- Uberaba (MG): Em Minas Gerais, é citada por ter um custo de vida razoável e boas oportunidades, principalmente no agronegócio e educação.
- Campina Grande (PB): Na Paraíba, é um polo tecnológico e cultural com custos mais baixos, especialmente em habitação e alimentação.
- Capitais como Aracaju (SE), João Pessoa (PB) e Teresina (PI) também são normalmente mencionadas por oferecerem aluguéis e custos de vida mais acessíveis em comparação com outras capitais.
Essas cidades menores ou do interior geralmente oferecem um alívio maior nas despesas com aluguel e alimentação, permitindo uma vida mais tranquila sem comprometer tanto o orçamento. No fim das contas, a escolha ideal sempre vai depender do que você busca em termos de qualidade de vida e oportunidades.
Aprenda também: Cesta básica: o que é e quais são os itens que a compõem?
10 cidades com maiores custo de vida do mundo
Saber onde o dinheiro vale mais ou menos pelo mundo é sempre uma curiosidade, não é? Os rankings de custo de vida mudam um pouco de ano para ano e dependem muito da metodologia de cada pesquisa (se consideram mais gastos de expatriados, moradores locais, etc.). Mas algumas cidades sempre aparecem no topo por serem incrivelmente caras.
Considerando os levantamentos mais recentes para 2024, como os da Mercer e Numbeo, que são referências no assunto, aqui estão algumas das cidades com o maior custo de vida no mundo:
As 10 Cidades Mais Caras do Mundo (dados de 2024)
| Posição | Cidade | País |
|---|---|---|
| 1 | Genebra | Suíça |
| 2 | Zurique | Suíça |
| 3 | Nova York | Estados Unidos |
| 4 | São Francisco | Estados Unidos |
| 5 | Boston | Estados Unidos |
| 6 | Hong Kong | China |
| 7 | Singapura | Singapura |
| 8 | Londres | Reino Unido |
| 9 | Los Angeles | Estados Unidos |
| 10 | Nassau | Bahamas |
É interessante notar como a Suíça e os Estados Unidos dominam essa lista. Isso reflete tanto a força de suas economias quanto os altos preços de moradia e serviços nessas grandes metrópoles e centros financeiros.
Leia mais: Quais são as cidades mais caras para se viver?
Qual a relação entre o salário mínimo e o custo de vida?
A relação entre o salário mínimo e o custo de vida é bem simples, mas ao mesmo tempo, complexa no dia a dia da gente. Pense assim: o salário mínimo é o piso, o menor valor que alguém pode receber por um mês de trabalho no Brasil. Já o custo de vida é quanto a gente precisa gastar pra ter o essencial – tipo comida, um teto, transporte, saúde, a escola dos filhos, e por aí vai.
O ideal, na teoria, é que o salário mínimo fosse suficiente pra cobrir todas essas despesas básicas de uma família. Mas a realidade é outra, e a gente sente isso no bolso em todo o país. Por exemplo, o pessoal do DIEESE calculou que, lá por abril de 2024 (a informação mais recente que temos de forma detalhada), o salário ideal para uma família de quatro pessoas deveria ser quase R$ 7 mil, enquanto o mínimo estava bem abaixo disso.
Essa diferença enorme entre o que entra e o que sai é o que aperta a gente. Se o custo de vida (que está sempre subindo) avança mais rápido que o salário mínimo, a gente perde poder de compra. Significa que, com o mesmo dinheiro, a gente consegue comprar menos coisas essenciais. E isso acaba forçando as famílias a se virarem, cortarem gastos ou buscarem outras formas de ganhar dinheiro.
Leia também: Salário líquido: o que é e como calcular?
Qual a diferença entre custo de vida e padrão de vida?
Muita gente confunde custo de vida com padrão de vida, mas eles são bem diferentes, embora estejam conectados.
- Custo de Vida: O Valor da Sobrevivência
Pense no custo de vida como a conta básica para existir onde você está. É o valor que você precisa desembolsar para o essencial: aluguel, comida, transporte, contas de casa (água, luz, internet), saúde e educação. É um cálculo mais objetivo, o mínimo que sai do seu bolso para você viver e se manter.
- Padrão de Vida: Como Você Escolhe Viver
Já o padrão de vida é mais pessoal. Ele mostra como você escolhe gastar seu dinheiro e o que consome, refletindo o nível de conforto, luxo e experiências que você busca. Vai além do básico e inclui viagens, jantares em restaurantes, o tipo de carro que você tem, as roupas que compra e os serviços que utiliza para ter mais comodidade.
- A Relação Entre Eles
A grande sacada é que o seu padrão de vida influencia diretamente o seu custo de vida. Se você busca um padrão de vida mais elevado, naturalmente suas despesas aumentarão. E, para sustentar esse padrão, sua renda precisa ser compatível com o custo de vida que ele gera.
Assim sendo, o custo de vida é o “quanto custa estar vivo”, enquanto o padrão de vida é o “como eu escolho viver” dentro das minhas possibilidades. Entender essa diferença é chave para organizar as finanças e ter uma vida mais tranquila, não acha?
Conheça mais: Padrão de vida: descubra o que é e como se adequar a ele
Relação entre o custo de vida e a inflação
A relação entre o custo de vida e a inflação é bem direta: a inflação é o aumento generalizado dos preços de tudo que a gente consome. Quando ela sobe, o custo de vida, ou seja, o quanto gastamos para viver, também aumenta.
Pense que, se o preço do arroz, do aluguel ou da gasolina sobe por causa da inflação, seu dinheiro passa a valer menos. Você precisa desembolsar mais para comprar as mesmas coisas que comprava antes. Essa alta de preços corrói nosso poder de compra, apertando o orçamento e tornando a vida mais cara para quem mora em qualquer lugar.
Saiba mais: Entenda o que é inflação e aprenda como se proteger
Importância de manter o custo de vida controlado
Ter o custo de vida sob controle é uma daquelas coisas que traz uma baita paz de espírito, sabe? É como ter o volante da sua vida financeira nas mãos.
Quando você sabe exatamente para onde seu dinheiro está indo, você ganha uma consciência real sobre suas despesas e sobre o seu estilo de vida. Fica claro se o que você ganha dá conta do que você gasta, e se a balança está equilibrada.
Se você perceber que o custo de vida está mais alto do que sua renda permite, é a hora de agir. Dá para apertar o cinto em alguns gastos ou, quem sabe, buscar uma renda extra.
E por que isso é tão vital? Porque quando o gasto é maior que o ganho, a gente começa a acumular dívidas, e elas viram uma bola de neve rapidinho. Os juros, principalmente de cartão de crédito e cheque especial, são um verdadeiro pesadelo. Além de comprometer seu futuro, não pagar as contas pode “sujar seu nome”, dificultando tudo, desde um empréstimo até um novo crediário.
No fim das contas, controlar o custo de vida não é só sobre evitar problemas; é sobre ter mais liberdade e tranquilidade para planejar a vida, investir nos seus sonhos e viver de forma mais leve.
Leia mais: Renda extra: 38 opções para ganhar dinheiro [2025]
Dicas para controlar o custo de vida
1) Faça um orçamento detalhado
O primeiro passo é saber para onde seu dinheiro está indo. Anote todas as suas receitas (salário, renda extra) e todas as suas despesas, desde o aluguel e as contas fixas até aquele cafezinho na padaria. Existem aplicativos, planilhas ou até um caderninho que podem te ajudar nessa tarefa. A ideia é ter uma visão clara do seu fluxo de dinheiro.
2) Identifique e corte gastos desnecessários
Depois de ver tudo o que você gasta, é hora de caçar os “ralos”. Aquela assinatura de streaming que você quase não usa, o almoço fora todos os dias de trabalho, compras por impulso… Pequenos gastos somados podem virar um valor bem significativo no final do mês. Pense onde você pode economizar sem comprometer sua qualidade de vida.
3) Cozinhe mais em casa
Comer fora é uma delícia, mas pesa muito no orçamento. Tentar cozinhar mais em casa, preparar suas marmitas para o trabalho e planejar as refeições da semana pode gerar uma economia surpreendente. Além de ser mais saudável, você tem mais controle sobre o que come e quanto gasta.
4) Use o transporte de forma inteligente
Se você tem carro, avalie se é sempre necessário usá-lo. Para distâncias curtas, uma caminhada ou bicicleta podem ser ótimas opções, economizando combustível e estacionamento. Se usa transporte público, veja qual a melhor opção de passe ou vale-transporte para o seu dia a dia.
5) Pesquise preços antes de comprar
Seja no supermercado, na farmácia ou para um eletrodoméstico, pesquisar faz toda a diferença. Os preços variam muito de um lugar para outro. Aplicativos comparadores de preço e um pouco de paciência podem te poupar um bom dinheiro.
6) Negocie suas contas e serviços
Você sabia que pode negociar o valor da sua internet, TV a cabo, e até mesmo o pacote do seu celular? Não tenha medo de ligar para as operadoras e pedir um desconto ou um plano mais adequado à sua realidade. Muitas vezes, eles oferecem condições melhores para não perder o cliente.
7) Evite dívidas com juros altos
Cartão de crédito e cheque especial são inimigos de quem quer controlar o custo de vida. Os juros deles são altíssimos e podem virar uma bola de neve rapidinho. Se precisar de crédito, procure opções com juros mais baixos, como empréstimos consignados ou com garantia.
8) Busque fontes de renda extra
Se mesmo controlando os gastos o dinheiro ainda não está fechando, talvez seja hora de pensar em como gerar uma renda extra. Pode ser um trabalho freelancer nas horas vagas, vender algo que você não usa mais, dar aulas particulares… Pequenas fontes de renda podem fazer uma grande diferença no seu orçamento mensal.
Leia mais: Quanto de dinheiro é necessário para viver de renda e parar de trabalhar?
Fontes: Serasa, Viva Prev, Genial, 99app, Cash me, eInvest e Mag.