O que é investimento: tipos, como investir, onde investir

Investimento, em finanças, é aplicar um dinheiro que irá render, trazendo retornos no futuro. Aprenda nessa matéria como e por que investir.

7 de fevereiro de 2022 - por Nathalia Lourenço


Falar sobre investimentos já foi algo distante para muita gente, mas hoje cada vez mais pessoas estão percebendo a importância de cuidar melhor do próprio dinheiro e pensar no futuro com mais tranquilidade. Investir não é apenas sobre números ou mercado financeiro, mas também sobre sonhos, segurança e liberdade para viver com mais calma ao longo da vida.

Mesmo começando com pouco, entender como os investimentos funcionam pode fazer uma grande diferença no futuro. Aos poucos, o hábito de investir ajuda a construir mais estabilidade, confiança e oportunidades, mostrando que pequenas escolhas feitas hoje podem trazer resultados importantes amanhã.

O que é investimento?

Investir é, basicamente, cuidar do seu dinheiro pensando no amanhã. Em vez de deixar o valor parado, a ideia é fazer com que ele cresça ao longo do tempo, trazendo algum retorno no futuro. É como plantar uma semente hoje sabendo que, com paciência e cuidado, ela pode dar frutos mais para frente.

Muita gente associa investimento apenas ao mercado financeiro, mas ele também representa escolhas e planejamento. Quando uma pessoa investe, ela está tentando construir algo com mais segurança, tranquilidade, liberdade ou até a realização de sonhos. Seja para ter uma reserva de emergência, comprar algo importante ou viver com mais conforto no futuro, investir é uma forma de pensar no presente sem deixar o amanhã de lado.

Por que começar a investir?

Começar a investir é uma forma de pensar com mais carinho no próprio futuro. Em algum momento, muita gente percebe que trabalhar apenas para pagar contas e deixar o dinheiro parado não traz a segurança que gostaria de ter mais lá na frente. Investir nasce justamente dessa vontade de construir uma vida mais tranquila, com menos preocupação e mais possibilidades ao longo do tempo.

Também existe algo muito humano por trás do investimento, que é o desejo de realizar sonhos e ter mais liberdade nas escolhas da vida. Pode ser a vontade de comprar uma casa, fazer uma viagem, criar uma reserva para momentos difíceis ou simplesmente viver com mais calma no futuro. E o mais interessante é que não precisa começar com muito dinheiro. Muitas vezes, o mais importante é criar o hábito e entender que pequenas decisões feitas hoje podem fazer uma grande diferença amanhã.

Quais são os tipos de investimento?

1. Renda fixa

A renda fixa costuma ser a porta de entrada de muita gente no mundo dos investimentos. Ela passa uma sensação maior de estabilidade, porque normalmente já existe uma ideia de quanto o dinheiro pode render ao longo do tempo. É o tipo de investimento que muita gente procura quando quer começar com mais calma, criar uma reserva ou simplesmente ver o dinheiro crescer sem tanta preocupação com oscilações do mercado.

2. Renda variável

Aqui as coisas funcionam de forma menos previsível. Os valores podem subir ou cair de acordo com o mercado, o cenário econômico e até o comportamento dos investidores. Apesar disso, muita gente escolhe a renda variável pensando no longo prazo e na possibilidade de conquistar resultados maiores com o tempo. É um tipo de investimento que exige mais paciência e equilíbrio emocional.

3. Ações

Investir em ações é como comprar uma pequena parte de uma empresa. Quando aquela empresa cresce, se desenvolve e dá resultados, o investidor também pode se beneficiar disso. É um investimento muito ligado à construção de patrimônio ao longo dos anos, acompanhando de perto o crescimento de negócios conhecidos do mercado.

4. Fundos de investimento

Os fundos funcionam como um grupo de pessoas investindo juntas. Em vez de cada um cuidar sozinho das aplicações, existe um profissional responsável por administrar aquele dinheiro e decidir onde investir. Isso acaba facilitando a vida de quem quer investir, mas ainda não se sente seguro para tomar todas as decisões sozinho.

5. Fundos imobiliários (FIIs)

Os FIIs aproximaram muitas pessoas do mercado imobiliário sem a necessidade de comprar uma casa ou apartamento. Com eles, é possível investir em shoppings, prédios comerciais, hospitais e outros empreendimentos de forma mais acessível. Além disso, muita gente gosta da possibilidade de receber rendimentos frequentes, quase como uma renda extra.

6. Tesouro Direto

O Tesouro Direto ficou popular justamente por ser simples e acessível. Ele permite investir em títulos públicos do governo com valores menores, o que ajuda bastante quem está começando. Muitas pessoas usam esse tipo de investimento para objetivos específicos, como montar uma reserva de emergência ou pensar na aposentadoria.

7. Criptomoedas

As criptomoedas chamaram atenção do mundo inteiro por serem totalmente digitais e funcionarem fora do sistema bancário tradicional. O Bitcoin é o exemplo mais conhecido. Apesar do interesse que despertam, também são investimentos que costumam oscilar bastante, o que faz muita gente enxergar esse mercado com curiosidade, mas também com cautela.

8. Previdência privada

A previdência privada costuma estar ligada ao desejo de ter mais tranquilidade no futuro. Muitas pessoas investem pensando em complementar a aposentadoria e construir uma segurança financeira de longo prazo. É uma forma de cuidar do amanhã sem depender apenas da previdência pública.

9. Investimentos internacionais

Investir fora do país permite acessar empresas, mercados e oportunidades do mundo inteiro. Além de ampliar as possibilidades, também ajuda a não deixar todo o patrimônio dependente de um único país ou economia. É uma maneira de diversificar e pensar de forma mais global.

10. Imóveis

Os imóveis ainda fazem parte do sonho e da estratégia financeira de muitas pessoas. Seja para morar, alugar ou vender no futuro, eles costumam transmitir uma sensação de estabilidade e conquista. Mesmo exigindo mais dinheiro e planejamento, continuam sendo vistos como uma forma tradicional de construir patrimônio ao longo da vida.

Como juntar dinheiro para investir?

1. Começar anotando os gastos

O primeiro passo para juntar dinheiro costuma ser entender para onde ele está indo. Muitas vezes, pequenos gastos do dia a dia passam despercebidos e acabam consumindo uma parte importante da renda. Quando a pessoa começa a organizar melhor as despesas, fica mais fácil enxergar onde pode economizar sem deixar de viver.

2. Criar o hábito de guardar um pouco todo mês

Não precisa começar com grandes valores. O mais importante é criar constância. Guardar um valor pequeno todos os meses já ajuda a desenvolver disciplina financeira e faz o dinheiro crescer aos poucos. Com o tempo, esse hábito acaba se tornando algo natural na rotina.

3. Definir objetivos claros

Juntar dinheiro fica muito mais fácil quando existe um motivo por trás. Pode ser criar uma reserva de emergência, comprar algo importante, viajar ou pensar na aposentadoria. Quando o objetivo é claro, a motivação para economizar costuma aumentar bastante.

4. Evitar compras por impulso

Muita gente percebe que gasta mais por emoção do que por necessidade. Comprar sem pensar, principalmente em momentos de ansiedade ou empolgação, pode atrapalhar bastante os planos financeiros. Aprender a dar um tempo antes de comprar ajuda a separar vontade momentânea de necessidade real.

5. Organizar um orçamento mensal

Ter uma noção do quanto entra e do quanto sai por mês ajuda a trazer mais controle financeiro. Não significa viver preso às contas o tempo todo, mas sim entender os próprios limites para conseguir guardar dinheiro sem sufoco.

6. Cortar excessos sem perder qualidade de vida

Juntar dinheiro não precisa virar sofrimento. Muitas vezes, pequenas mudanças já fazem diferença, como reduzir gastos que não trazem tanto retorno ou evitar desperdícios. O objetivo não é deixar de aproveitar a vida, mas usar o dinheiro de forma mais consciente.

7. Separar o dinheiro assim que receber

Muita gente consegue economizar melhor quando guarda uma parte do salário logo no início do mês, antes de começar a gastar. Isso evita a sensação de guardar o que sobrar, porque na prática quase nunca sobra.

8. Criar uma reserva de emergência

Antes de pensar em investimentos mais arriscados, é importante construir uma reserva para imprevistos. Ela traz mais segurança e evita que a pessoa precise se endividar em momentos difíceis. Além disso, dá mais tranquilidade para investir pensando no longo prazo.

9. Buscar formas de aumentar a renda

Em alguns casos, economizar sozinho não resolve tudo. Fazer uma renda extra, vender algo, prestar serviços ou desenvolver novas habilidades também pode ajudar bastante a acelerar os planos e criar mais espaço para investir.

10. Ter paciência com o processo

Juntar dinheiro é algo que acontece aos poucos. Comparar a própria caminhada com a dos outros costuma gerar ansiedade e frustração. O mais importante é manter a constância e entender que pequenos passos feitos com frequência podem trazer resultados muito maiores no futuro.

Como identificar o seu perfil de investidor?

1. Entender como você lida com riscos

O primeiro passo é perceber como você reage às oscilações do mercado. Algumas pessoas conseguem ver um investimento cair sem se preocupar tanto, enquanto outras ficam ansiosas ou inseguras rapidamente. Conhecer esse lado emocional ajuda a escolher investimentos que tragam mais tranquilidade no dia a dia.

2. Pensar nos seus objetivos

Cada objetivo pede um tipo de investimento diferente. Quem deseja usar o dinheiro em pouco tempo normalmente busca mais segurança, enquanto quem pensa no futuro distante pode aceitar mais riscos. Saber exatamente por que está investindo ajuda muito a identificar o perfil ideal.

3. Avaliar o tempo que o dinheiro ficará investido

O prazo faz bastante diferença. Pessoas com objetivos de longo prazo costumam ter mais paciência para enfrentar momentos de alta e baixa no mercado. Já quem precisa do dinheiro em breve geralmente prefere opções mais estáveis e previsíveis.

4. Observar seu nível de conhecimento sobre investimentos

Quem está começando normalmente se sente mais confortável em investimentos simples e fáceis de entender. Conforme o conhecimento aumenta, muitas pessoas passam a explorar outras possibilidades com mais confiança. O perfil também acompanha essa evolução.

5. Entender que cada pessoa tem um perfil diferente

Nem sempre o investimento que funciona para outra pessoa fará sentido para você. Existem perfis mais conservadores, moderados e arrojados, e todos são válidos. O mais importante é investir de uma forma que combine com sua realidade, seus objetivos e sua paz de espírito.

Quais são os melhores investimentos para quem está iniciando?

1. Tesouro Selic

O Tesouro Selic costuma ser um dos investimentos mais indicados para quem está começando, principalmente pela simplicidade e segurança. Ele funciona como um empréstimo ao governo e acompanha a taxa básica de juros do país. Muitas pessoas usam esse investimento para criar a reserva de emergência, porque o dinheiro pode ser resgatado com facilidade e tende a oscilar pouco.

2. CDBs de bancos

Os CDBs são investimentos emitidos por bancos e costumam ser bem populares entre iniciantes. Na prática, a pessoa empresta dinheiro para o banco e recebe juros por isso. Existem opções mais simples e previsíveis, o que ajuda quem ainda está aprendendo a investir sem se sentir perdido no começo.

3. Fundos de renda fixa

Os fundos de renda fixa podem ser interessantes para quem quer investir sem precisar tomar tantas decisões sozinho. Nesse caso, um gestor profissional cuida das aplicações e escolhe onde o dinheiro será investido. É uma forma mais prática de entrar no mercado e começar a entender como os investimentos funcionam.

4. Fundos imobiliários (FIIs)

Os FIIs costumam chamar atenção de iniciantes porque permitem investir no mercado imobiliário de forma mais acessível. Em vez de comprar um imóvel inteiro, a pessoa investe em pequenas partes de empreendimentos como shoppings, galpões ou prédios comerciais. Além disso, muitos gostam da possibilidade de receber rendimentos periódicos.

5. ETFs

Os ETFs são fundos que reúnem vários ativos em um único investimento. Isso ajuda na diversificação e reduz a necessidade de escolher ação por ação, por exemplo. Para quem está começando, pode ser uma maneira mais simples de investir no mercado sem precisar acompanhar tudo de perto.

6. Ações de empresas consolidadas

Embora ações tenham mais oscilações, muitas pessoas começam investindo em empresas grandes e conhecidas do mercado. Isso ajuda a criar familiaridade com a bolsa de valores aos poucos. O importante é começar com calma, estudar e entender que investir em ações costuma fazer mais sentido pensando no longo prazo.

7. Previdência privada

Para quem pensa no futuro e quer criar o hábito de investir regularmente, a previdência privada também pode ser uma opção interessante. Muitas pessoas enxergam nela uma forma de complementar a aposentadoria e construir uma segurança financeira ao longo dos anos.

8. Conta remunerada

Algumas contas digitais oferecem rendimento automático sobre o dinheiro parado na conta. Apesar de não ser um investimento mais avançado, pode ser um primeiro passo interessante para quem ainda está começando a organizar a vida financeira e quer ver o dinheiro render um pouco mais do que na poupança tradicional.

9. LCI e LCA

Esses investimentos costumam atrair iniciantes porque, além de serem ligados aos setores imobiliário e do agronegócio, geralmente possuem isenção de imposto de renda para pessoas físicas. Isso faz com que muita gente veja neles uma alternativa interessante dentro da renda fixa.

10. Poupança como começo de organização

Apesar de não ser vista como o investimento mais rentável, a poupança ainda acaba sendo o primeiro contato financeiro de muitas pessoas. Ela pode ajudar no início da organização e na criação do hábito de guardar dinheiro, principalmente para quem nunca investiu antes.

Como começar a investir?

1. Organizar a vida financeira

O primeiro passo para começar a investir é entender como está a própria situação financeira. Saber quanto ganha, quanto gasta e tentar controlar dívidas ajuda a criar uma base mais tranquila para investir sem apertos. Quando existe organização, o dinheiro começa a ser usado de forma mais consciente.

2. Definir objetivos

Investir fica muito mais motivador quando existe um motivo claro por trás. Pode ser criar uma reserva de emergência, comprar algo importante, viajar, conquistar independência financeira ou pensar no futuro. Ter objetivos ajuda a escolher investimentos que façam sentido para cada fase da vida.

3. Começar com pouco e sem medo

Muita gente adia os investimentos porque acha que precisa de muito dinheiro para começar, mas hoje existem opções acessíveis para praticamente qualquer realidade. O mais importante é dar o primeiro passo e criar o hábito, mesmo que seja com valores pequenos no início.

4. Estudar o básico aos poucos

Não é preciso entender tudo de uma vez para começar a investir. Aprender conceitos simples, conhecer os tipos de investimento e entender como funciona o mercado já faz diferença. Com o tempo, a experiência e o conhecimento vão trazendo mais confiança nas decisões.

5. Ter paciência e consistência

Investir é algo construído ao longo do tempo. Resultados não aparecem da noite para o dia, e comparar a própria caminhada com a dos outros costuma gerar ansiedade desnecessária. Pequenos investimentos feitos com frequência podem crescer muito no futuro quando existe disciplina e paciência.

Como escolher um tipo de investimento?

Escolher um tipo de investimento é muito mais sobre entender a própria realidade do que simplesmente procurar a opção que promete maior retorno. Cada pessoa tem objetivos, medos, sonhos e momentos de vida diferentes.

Por isso, antes de investir, vale a pena pensar no que faz sentido para aquele momento. Tem gente que busca mais segurança e tranquilidade, enquanto outras pessoas aceitam correr mais riscos pensando em resultados maiores no futuro.

Também é importante considerar quanto tempo o dinheiro ficará investido e como você reage às oscilações do mercado. Se a ideia é usar o dinheiro em pouco tempo, investimentos mais estáveis costumam fazer mais sentido.

Já objetivos de longo prazo podem permitir escolhas mais ousadas. Além disso, conhecer o próprio perfil ajuda bastante a evitar decisões tomadas apenas por influência ou ansiedade.

No começo, não existe problema em optar por investimentos mais simples e fáceis de entender. Muitas pessoas começam assim e, aos poucos, ganham confiança para conhecer novas possibilidades. O mais importante é investir de uma forma que traga segurança, equilíbrio e que combine com os seus objetivos, sem a pressão de acompanhar o ritmo ou as escolhas de outras pessoas.

Diferença entre investir e poupar

Poupar e investir são duas coisas que se complementam, mas não significam exatamente a mesma coisa. Poupar está mais ligado ao hábito de guardar dinheiro. É aquela decisão de separar uma parte da renda em vez de gastar tudo no presente. Já investir acontece quando esse dinheiro guardado começa a ser aplicado com a intenção de gerar crescimento ao longo do tempo.

Poupar costuma ser o primeiro passo da organização financeira, porque cria disciplina e ajuda a construir segurança. O investimento vem depois, como uma maneira de fazer aquele dinheiro render e acompanhar objetivos maiores no futuro. Quem apenas guarda dinheiro parado pode acabar perdendo poder de compra com o tempo, principalmente por causa da inflação. Já ao investir, existe a tentativa de fazer o patrimônio crescer de forma mais inteligente.

Os dois têm sua importância. Poupar ajuda a criar estabilidade e consciência financeira, enquanto investir permite transformar esse esforço em oportunidades e resultados ao longo da vida.

Perguntas frequentes sobre investimento

Quanto investir em CDB para receber R$ 5.000 por mês?

O valor pode variar bastante, mas, em muitos casos, seria necessário ter algo em torno de R$ 500 mil investidos para gerar uma renda próxima de R$ 5 mil mensais. Pode parecer muito olhando de longe, mas quase ninguém chega nesse valor de uma vez. Normalmente, isso é construído aos poucos, com pequenas aplicações, paciência e o hábito de continuar investindo mesmo nos meses mais difíceis.

O que é investimento a longo prazo?

Investimento a longo prazo é uma escolha feita pensando com carinho no futuro. É quando a pessoa entende que algumas conquistas levam tempo e decide deixar o dinheiro crescer aos poucos, sem a pressa de ter resultado imediato. Muitas vezes, esse tipo de investimento está ligado ao desejo de viver com mais tranquilidade lá na frente, ter mais liberdade nas escolhas ou simplesmente construir uma vida mais segura com o passar dos anos.

O que é investimento pessoal?

Investimento pessoal é tudo aquilo que a pessoa faz para cuidar do próprio crescimento e da vida que deseja construir. Não é só sobre dinheiro. Estudar, aprender algo novo, cuidar da saúde, desenvolver habilidades ou buscar mais equilíbrio emocional também são formas de investimento. No fundo, é uma maneira de acreditar em si mesmo e plantar hoje algo que pode trazer resultados e oportunidades no futuro.

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